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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Nada

Nada como a cama posta.
Me posto na cama, viro nada.
Vazio.
Escuridão.
Silêncio.

Nadar no vazio escuro e silencioso.
Ah, quanta liberdade!
Liberto no acorrentado paradoxo
de que a maior liberdade prende-se num sonho.

Sonho vazio, pleno de sentido.
Onde sente-se que o todo que se busca
em nada se resume.
Em resumo, nada somos.
Nada mais que silêncio, escuridão e vazio.

E o que precede o sonho é o futuro inevitável.
Aquilo que seremos. Aquilo que toda noite somos.
Silêncio.
No vazio da escuridão.

Só para constar...
Acho que essa minha paixão por livros não é por acaso.
Meu aniversário coincide com o Dia Nacional do Livro.

Parabéns pra nós!

Mas estou aqui para comentar outra coisa. Sei que algumas pessoas acessam com frequência o blog, e vejo isso pelo controle de acessos do Google Analytics. Para os mais fiéis, gostaria de justificar a ausência. Estou no último semestre dessa suada graduação em Engenharia Química. Nosso projeto final está muito trabalhoso, e as madrugadas têm sido reservadas para esse propósito. Logo que possível volto para falar sobre algum livro bacana. Já tenho alguns na lista...

Um abração!